Ondas da Serra

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Ondas da Serra® é um Orgão de Comunicação Social periódico, distribuído electronicamente, que visa através da inserção de notícias, promover a identidade regional, o turismo, e a divulgação/defesa do património natural, arquitectónico, pessoas, animais e tradições, dos concelhos da região norte do distrito de Aveiro, nomeadamente: Ovar, Santa Maria da Feira, Espinho, São João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Vale de Cambra e Arouca e do forma mais geral dos restantes municípios do distrito.

URL do Sítio: http://ondasdaserra.pt
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Os Caminhos de Santiago exercem em nós uma força que nos impele a visitar regularmente o apóstolo, que reza a lenda descansa na catedral de Compostela. Este ano fizemos a jornada partindo do Porto, seguindo pela costa, saboreando a brisa marítima, o azul infinito do mar e as encostas rochosas à espera de serem por ele reclamadas.

O Cais da Ribeira de Ovar, filho da ria de Aveiro, em tempos antigos foi um fidalgo abastado, ultrapassado pela importância do vapor que ali perto fez nascer uma estação. A sua construção remonta a 1754 e durante muito tempo teve grande importância no transporte de passageiros e trocas comerciais entre Aveiro, Porto, Régua e outras terras do interior.

A povoação de Foz do Alge pertence à freguesia de Arega - concelho de Figueiró dos Vinhos, distrito de Leiria, do nosso Portugal. Este reino foi ali conquistado junto das águas do Rio Zêzere com as da Ribeira de Alge, num cenário de grande beleza, quebrada à volta pelos grossos mares de eucaliptos, que estão sempre à espreita para o aniquilar.

Vieira do Minho no sopé da Serra da Cabreira, vizinha do Parque Nacional da Peneda-Gerês, perto da azafama da área metropolitana do Porto, é um bom refugio para passar uns dias tranquilos, junto da natureza e vida selvagem.

No norte de Portugal fica situado o nosso único parque nacional, todas as pessoas já ouviram falar dele, mas nem todas o visitaram. O seu vasto território e as suas riquezas permitem aos seus amantes ao longo dos anos terem sempre motivos para regressarem, aqui fica o testemunho duma destas viagens.

Em outros tempos a Ria de Aveiro era sulcada por moliceiros, mercantéis, bateiras e outras embarcações em madeira que o tempo foi apagando, assim como os homens que lhes davam forma com a sua arte e engenho, munidos apenas com ferramentas rudimentares.

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