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Conhecer (14)

Conhecer

O concelho de Arouca, abrange uma área de 327 Km2, situa-se no extremo NE do distrito de Aveiro e está integrado na NUT III do Entre Douro e Vouga, da região Norte de Portugal, juntamente com os concelhos de Sta. Maria da Feira, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra, e S. João da Madeira. Fazem fronteira com o seu território os municípios de S. Pedro do Sul, Castro Daire, Cinfães, Castelo de Paiva e Gondomar e ainda os referidos municípios de Sta Maria da Feira, Oliveira de Azeméis e Vale de Cambra.

A vila, sede do Concelho, tem cerca de 3.000 habitantes e está situada no extremo nascente do Vale de Arouca, a cerca de 60 Km da sede de distrito e 50 Km da cidade do Porto. O concelho é composto por dezasseis freguesias, assim designadas: Alvarenga, Chave, Escariz, Fermêdo, Mansores, Moldes, Rossas, Santa Eulália, S. Miguel do Mato, Tropêço, Urrô, Várzea, união de freguesias de Arouca e Burgo, união de freguesias de Cabreiros e Albergaria da Serra, união de freguesias de Canelas e Espiunca e união de freguesias de Covêlo de Paivó e Janarde. Nele vivem cerca de 24.000 habitantes.

O posicionamento neste contexto regional traduz a situação de fronteira/interface que Arouca detém, entre as regiões Norte e Centro de Portugal, entre os distritos de Aveiro, Viseu e Porto e entre o litoral (industrializado, bem servido por redes de acessibilidades, com povoamento disperso e relevo relativamente pouco acidentado) e o interior (montanhoso e deprimido do ponto de vista demográfico, social, económico e infraestrutural). 

Fonte: cm-arouca.pt

À mesa é sempre uma excelente maneira de terminar uma visita a Arouca. A vitela e o cabrito assado são os dois pratos típicos do Município. A carne confeccionada vem dos animais criados, sem recurso a rações, no Maciço da Gralheira, o segredo da excelência do seu sabor.

As trilobites eram uns pequenos seres que pertenceram à espécie de “Crustáceos marítimos que dominaram a fauna do planeta durante a era Paleozoica. Encontram-se em Canelas - Arouca algumas das maiores e mais raras e até únicas espécies no mundo. Estes fósseis são da maior importância, mesmo a nível internacional, para estudo da origem e evolução da vida na Terra. Estes animais, que viviam em águas profundas ou em águas superficiais, extinguiram-se rapidamente há cerca de 230 milhões de anos.” Fonte CM Arouca.

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