O Parque dos Ribeiras do Uíma, em Fiães (Santa Maria da Feira), foi criado para reabilitar um troço do rio Uíma com cerca de dois quilómetros e meio. Esta zona possui um ecossistema muito rico em virtude de ser o local de afluência de várias ribeiras dando-lhes caraterísticas de zona húmida. É lá que brilham os pirilampos desta nossa "história".
O parque do Buçaquinho é um espaço ambiental lúdico-pedagógico, com diversos recursos naturais ao nível da fauna e da flora, disponibilizando ainda um conjunto de equipamentos que permitem atividades pedagógicas no âmbito da educação e interpretação ambiental, do birdwatching e das energias renováveis e atividades de lazer ao ar livre.
Há mais de 3000 veados a viver em estado selvagem na Serra da Lousã e áreas envolventes. Descendentes de cerca de uma centena de animais reintroduzidos na Serra no final dos anos 90, numa altura em que a espécie estava extinta na Lousã desde meados do século XIX, o balanço da reintrodução, coordenada pela Unidade de Vida Selvagem (UVS) do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro (UA), faz deste um dos maiores êxitos nacionais e europeus entre os programas de fomento e conservação da biodiversidade. Os biólogos envolvidos garantem que “o veado é hoje em dia, definitivamente, um ex-libris de toda a Serra da Lousã, tendo um forte potencial económico, cinegético e turístico”.
Dedicado exclusivamente a aves, com uma coleção de cerca de 500 exemplares de 150 espécies diferentes, distribuídas por 80 habitats de cativeiro, o Zoo de Lourosa, no concelho de Santa Maria da Feira, é o único parque ornitológico de Portugal.
O Arouca Geopark, fica localizado no concelho de Arouca, sendo reconhecido pelo seu excecional património geológico. A sua importância ganhou relevância internacional e projeção com a atribuição da categoria de geoparque pela UNESCO. Neste rico patrimônio destaca-se em particular as trilobites gigantes de Canelas, pedras parideiras da aldeia da Castanheira e icnofósseis do Vale do Paiva. No entanto há no total 41 geossítios com interesse geológico, que podem ser visitados através de três itinerários. Há 600 milhões de anos existia nesta região um mar pouco profundo onde as estas criaturas viviam. Contudo, há cerca de 1 milhão de anos o mar desceu cerca de 200 metros matando muitas destas espécies, cujos corpos se depositaram no fundo ou à beira mar. Muitos destes fundos marinhos subiram gradualmente e passaram a fazer parte de cadeias montanhosas como as serras atuais de Arouca, deixando muitas provas da sua existência embutidas na paisagem.
Situada a sul do Concelho em Paramos, constitui uma área de interesse ecológico, paisagístico e recreativo possuindo uma grande diversidade ornitológica e vegetal, sendo de referir que algumas das espécies existentes constam nas " Diretivas do Conselho das Comunidades Europeias relativas à conservação das aves selvagens".