Como já o dissemos em outros artigos estas explorações permitem-nos sempre descobrir motivos novos e olhar para os que já são conhecidos de forma diferente. Se não fosse assim não tinham visto o espantalho, vestido de motard, como seu casaco de cabedal, capacete, a serrar lenha e com o seu “palhinhas” ao lado para matar a sede. Este motoqueiro aposentado estava a guardar a lenha do seu criador, para os amigos do alheio no inverno não se aquecerem às suas custas. Ao lado foi pintada grosseiramente com tinta vermelha, uma sugestiva placa de aviso, “Quem vai, vai, quem está, está, obrigado”. Sabedoria popular feita duma forma criativa e muito humorística a pedir para respeitarem o que é dos outros.
Vimos também um armazém de iluminações festivas o que não deixou de dar um ar de fantasia ao percurso. Descobrimos em Avanca o percurso do Rio Gonde, fomos ainda ver a fachada da Casa-Museu Egas Moniz e Igreja de Santa Luzia. Posteriormente aproveitamos esta informação para fazer artigos sobre o percurso atrás referido e a estação de Avanca.
Estas são terras de agricultores e por todo o lado se sente, cheira e vê os agricultores a trabalhar com as suas ferramentas, animais e tratores. No ar águias e cegonhas são rainhas dos céus.
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