Centro de Arte Ovar
09 mar | 22h00| Música |LEGENDARY TIGERMAN + PEDRO MAIA + RITA LINO |
“How To Become Nothing” junta o músico The Legendary Tigerman, a fotógrafa Rita Lino e o realizador Pedro Maia numa road trip pelo deserto da Califórnia. Um road-movie em formato filme-concerto, com banda sonora ao vivo de The Legendary Tigerman e manipulação de imagens em tempo real de Pedro Maia. Um falso diário em super8 e fotografia, com textos de Paulo Furtado, fruto de três visões sobre a viagem de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, procura ser nada.
Museu Júlio Dinis
10 mar | 21h30 | Música | BEATRIZ
Cantora e compositora de registo intimista, fresco e suave, Beatriz tece os seus temas originais no universo da pop e do jazz. Fazendo-se acompanhar por um grupo de músicos talentosos que desde cedo fazem parte do seu percurso, Beatriz apresenta agora o seu primeiro EP, “Insects”.
Escola de Artes e Ofícios
10 mar | 23h00 | Música | BRUNO PERNADAS |
“Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them” é o novo projeto do compositor/multi-instrumentista Bruno Pernadas, no qual parte de uma busca pessoal pela relação entre a mitologia egípcia no que diz respeito à adoração do crocodilo do Nilo e o comportamento humano contemporâneo ocidental.
É também uma continuação do seu anterior projecto “How can we be joyful in a world full of knowledge” editado em 2014 pela Pataca discos. O trabalho mais recente reúne composições criadas em 2015 e 2016 e caracteriza-se pela longa duração dos seus temas (8 a 15 minutos) com a instrumentação e sonoridade intemporal, tendo como base um processo criativo que pretendeu respeitar a composição em tempo real.
Casa do Povo
11 mar | 21h30 | Música | SEÑORITAS
"Acho que é meu dever não gostar", é o nome do disco de estreia das Señoritas, um dos novíssimos projetos da nova música portuguesa.
Señoritas é o novo projeto de Mitó Mendes (A NAIFA) e Sandra Baptista (A NAIFA / SITIADOS). Em 2015, as Señoritas criam uma nova identidade, partilhando o gosto comum de ensaiar, compor e tocar juntas. Desta vontade, nasceram um conjunto de canções que querem partilhar com o público. São doze canções que, giram em torno de um universo feminino, tendencialmente urbano. Com uma atmosfera densa, feminina e bem portuguesa, numa abordagem singular, canta-se a vida, mas de uma forma crua e direta.
As músicas, todas originais, são da autoria da própria banda, e as exceções estão enquadradas no mesmo imaginário.
Escola de Artes e Ofícios
11 mar | 22h30 | Música | CAPITÃO FAUSTO
Somos uma banda rock de Lisboa”. A simplicidade com que os Capitão Fausto se descrevem desarma qualquer um. Porque é assim que se sentem e é assim que vivem. A história de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos tem o seu primeiro capítulo em 2011, com “Gazela” – o Álbum de estreia.
Em 2016 são as canções de “Capitão Fausto Têm os Dias Contados” que os levam a superar todas as expectativas. Pouco mais de 30 minutos de música e palavras, em modo pop recheado de primor e requinte, que contam as estórias de vida de cada um dos Capitão Fausto, mas que são muito mais que isso, porque crescer é para todos. Não se poupam os elogios e os aplausos, que chegam em catadupa. Os Capitão Fausto “afirmam-se como a voz de uma geração”, diz quem sabe. E esta geração quer elevar a clássicos imediatos as oito canções que lhe são oferecidas. A promessa é agora certeza e o primeiro lugar do Top nacional de vendas é uma das consequências.
Biblioteca Municipal de Ovar
11 mar | 23h30 | Música | YOU CAN`T WIN, CHARLIE BROWN
You Can't Win, Charlie Brown foram fundados em 2009 por Afonso Cabral, Salvador Menezes e Luís Costa, passando rapidamente a sexteto com a entrada de David Santos, Tomás Franco de Sousa e João Gil. Um ano depois, editaram um EP homónimo (Optimus Discos) que abriu caminho para a estreia em disco com “Chromatic” e para uma série de concertos em salas e festivais importantes dentro e fora de portas.
Quase dois anos e meio depois da edição de “Diffraction/Refraction”, regressam com “Marrow”, o terceiro álbum de originais de onde foi extraído o tema “Above the Wall”. Este tema desvenda já um pouco do caminho seguido no novo registo do grupo, onde as tendências folk e as guitarras acústicas passaram para segundo plano, dando lugar a uma sonoridade mais elétrica e, por vezes, até mais dançável.
Consulte o programa em https://issuu.com/cmovar/docs/bochura_cili_issue_issue