Esta aldeia tem na sua entrada um bonito cartão de visita, que remete para a sua história de produção de milho. Estacionamos o carro junto à Igreja Paroquial de São Martinho e gostamos logo do que vimos. Esta aldeia é boa para quem gosta de ambientes rurais, calma, sossego e águias a cruzar os céus que a espaços soltam o seu pio. Sobranceira à aldeia, como guardiã, espreitava a torre da Capela de Nª Srª de Fátima.
Depois de observamos a aldeia subimos as escadarias da capela e tivemos uma agradável surpresa, a porta para a torre sineira estava aberta e não enjeitamos a oferta, com muito respeito subirmos a escadaria giratória em granito e podemos tirar magnificas fotos e vislumbrar dum local privilegiado a aldeia em redor. Um sino tinha a seguinte inscrição “1899 – BRAGA VIUVA DE NARCISO A. C”, no centro estava destacada a palavra “BRAGA”, que pensamos possa ter sido nome de uma família.
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Metemo-nos ao caminho, seguindo as placas e conversando com os animais que iam aparecendo, cabras, ovelhas e outras criações pastorícias. Como é habitual conversamos com as gentes locais e brevemente serão publicados os seus testemunhos.
Este percurso é muito rico e diversificado, onde podemos encontrar muitas rochas graníticas, casario em ruínas, miradouros, edifícios e tradições religiosas. O que nós mais gostamos foi ver os animais pelo caminho, a magnifica vista do miradouro do Monte da Junqueira, os rios, a floresta, as pedras em granito nas construções das casas ou espalhadas pela paisagem.
No final do percurso já não fomos a tempo de visitar o Centro Interpretativo do Milho antigo, no domingo seguinte iria ser feita uma apresentação da confeção tradicional da broa caseira. Nós não podemos ir, mas não faltaram oportunidades.
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O trilho está bem assinalado, contudo junto à Capela do Carvalho, não existe sinalização, ou não não a vimos, para não se enganar deve descer em direção ao casario da aldeia ali próximo, onde encontra logo placas indicativas. O que não deve fazer se estiver de frente para a capela é seguir pelo caminho da esquerda, descendo por uma encosta.
Como chegar: Nós como viemos do norte utilizamos a A29, sentido norte-sul, saímos para a A25 em direção a Viseu. Aqui abandonados esta via no corte para as Talhadas, tomando a direção de Águeda. A dada altura viramos em direção a A-dos-Ferreiros e Préstimo, depois é sempre em frente não tem como se enganar.
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Download do desdobrável da CM Águeda.
| Pontes de Interesse | Informações |
|---|---|
|
Partida e chegada: Macieira de Alcôba (Largo da Igreja de S. Martinho) ou Urgueira Âmbito: Ambiental, paisagístico, geológico, cultural e desportivo Tipo de percurso: de pequena rota, circular, por caminhos urbanos, rurais e florestais pedestres Distância: 8 km Duração prevista: 3/4 horas Grau de dificuldade: Médio/Elevado Época aconselhada: todo o ano Estado: Aberto Fonte: CM Águeda |
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