Investigação de Márcia Lima do Departamento de Engenharia Civil

Não usa a bola de cristal para prever de que forma vai o mar avançar ao longo da costa portuguesa. Também não utiliza cartas de tarot para adivinhar que intervenções nas praias conseguirão suster as águas do Atlântico. Chama-se COAST, foi desenvolvido na Universidade de Aveiro (UA) e, ciências ocultas à parte, usa um software visionário que simula a evolução da linha de costa para as próximas décadas. Perante o nefasto avanço do mar, o COAST indica ainda que obras de defesa costeira melhor se adequam a cada praia tendo em conta custos e benefícios.

O “Ondas da Serra” visitou o Museu Marítimo de Ílhavo, situado na Avenida Dr. Rocha Madahíl, edifício de arquitetura moderna que pertence à Câmara Municipal daquela cidade do distrito de Aveiro. Após termos percorrido as várias salas de exposições, algumas de rara beleza, ficámos fascinados com a coleção de MALACOLOGIA. Não sabe do que se trata? Aceite o nosso conselho, pegue na família, e vá até à terra dos bacalhoeiros apreciar este e outros tesouros do mar.

O Município da Mealhada voltou, este ano, a ser distinguido com bandeira ECOXXI, um galardão atribuído pela Associação Bandeira Azul (ABAE), que premeia as boas práticas em prol do desenvolvimento sustentável, evidenciadas na concretização de medidas, ações e políticas de sustentabilidade.

Vaivém Oceanário desembarca em Estarreja (27 set a 5 out) | Inscrições até dia 25 de setembro

O Vaivém Oceanário, projeto de educação ambiental em movimento do Oceanário de Lisboa, vai estar presente em Estarreja, na Praça Francisco Barbosa, de 27 de setembro a 5 de outubro. A entrada é livre mas requer inscrição até dia 25 de setembro.

O esporão situado a sul do aglomerado urbano da praia da Torreira, no concelho da Murtosa, conhecido popularmente por “paredão”, vai ser alvo de uma intervenção de reforço e reabilitação.

Pode ser a chave para o grave problema ambiental dos microplásticos nos oceanos, acaba de ser descoberta na Universidade de Aveiro (UA) e dá pelo nome de Zalerion maritimum. Trata-se de um fungo marítimo que não só consegue degradar o microplástico como o faz de forma rápida e eficiente. Esta é a primeira solução ecológica alguma vez descoberta para combater os plásticos nos oceanos já que ao otimizar-se o raro apetite do fungo recorre-se a uma solução oferecida pelo próprio mar.

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