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A equipa do Ondas da Serra andou a percorrer dois trilhos em Albergaria-a-Velha mais concretamente o PR1 – Rota do linho e PR2 – Rota dos três rios, tendo conhecido as aldeias de Ribeira de Fráguas, Vilarinho de São Roque, Telhadela, Palhal e alguns dos seus habitantes.

Muitas vezes na vida andamos e não caminhamos, vemos e não observamos e ouvimos sem escutar. Gostamos das caminhadas na natureza porque elas nos oferecem a possibilidade se estivermos atentos de observar as pequenas vidas dos insetos, conhecer novas plantas ou ver pegadas de animais.

Conforme foi prometido no artigo que descreve a primeira parte do PR2 de Albergaria-a-Velha, aqui fica uma alternativa para quem quiser fazer este percurso em duas etapas. Na primeira começamos em Vilarinho de São Roque e terminamos em Ribeira de Fráguas. Na segunda deixamos o nosso transporte em Ribeira de Fráguas em frente à capela e fizemos os 4,1 quilómetros até Vilarinho de São Roque e voltamos ao ponto inicial de forma linear. No total caminhamos cerca de 9 quilómetros.

O PR2 de Albergaria-a-Velha denominado Rota dos três rios, tem inicio e fim no Centro de Atividades Radicais e Ambientais de Vilarinho de S. Roque. Como o próprio nome indica este trilho passar por três rios e por vezes o caminho acompanha as margens ribeirinhas por bastantes quilómetros, o que não deixa de ser agradável pela sua frescura, verde e todo o tipo de fauna e flora que se podem encontrar sendo um regalo para os amantes da fotografia.

O dia 16 de junho acordou quente com o astro rei a brilhar no céu com todo o seu esplendor. Para aproveitar este magnifico tempo e a frescura das margens da ria de Aveiro, fomos de bicicleta observar a Natureza nos percursos da BioRia entre a Ponte Varela e Cais do Bico na Murtosa e Ribeira das Teixugueiras em Pardilhó.

Numa viagem de bicicleta que fizemos por terra da Murtosa na tarde do dia 27 de abril, fomos encontrar junto às margens da Ria de Aveiro no Bunheiro, uma família a trabalhar à volta do seu barco de pesca “António Manuel”. Como somos curiosos fomos ver o que estavam a fazer e se nos queriam responder algumas perguntas. Aceitaram-nos muito bem e depressa se estabeleceu um dialogo caloroso, com fotografias pelo meio. O local onde trabalhavam no interior da embarcação, a posição dos barcos, as cordas entrecruzadas e a luz não eram os melhores, mas nem sempre é possível trabalhar com as condições ideais, mas achamos que o fundamental foi conseguido.

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