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192 dias em Moçambique traduzem-se em mais de 4000 fotografias, 50 vídeos e inúmeros momentos que nenhuma objetiva poderia captar. Baterias explodiram, passaportes roubados (e reencontrados), fronteiras cruzadas e cajus (demasiados) apreciados. Infelizmente, os espinafres não resistiram, acabando dizimados pelas mãos de uma senhora de porte frágil mas força, aparentemente, invejável.

Foi inaugurada na manhã do dia 30 de julho, no auditório da Junta de Freguesia de Válega, a exposição "OLHARES... II Mostra de Fotografia de Válega". As 99 fotografias expostas pertencem a 31 artistas que escolheram a câmara fotográfica para pintarem os seus mundos. "Os seus pincéis são os dedos e as tintas as tonalidades do dia, como salientou o nosso colaborador Fernando Pinto. Nem todos os fotógrafos puderam estar presentes, mas não deixaram de ser apresentados e a sua colaboração valorizada.

A 20 de Janeiro de 1949, Filomena Reis recitava 9 quadras da autoria de um feirense cujo mérito era já reconhecido, Domingo Trincão. Uma homenagem prestada pela sua sobrinha e que o Ondas da Serra recupera 68 anos depois.

“Esta exposição tem como tema específico as Cinzas, que é a mesma coisa do que os Terceiros franciscanos, a procissão que acontece no 2.º domingo da Quaresma na nossa cidade, a única no país a realizar-se todos os anos. Estamos no Advento, não é por acaso que isto se faz nesta altura. Advento e Quaresma são dois tempos litúrgicos, onde somos convidados a refletir sobre a nossa vida”, disse Luís Ferreira, o jovem Ministro da Ordem Franciscana Secular de Ovar, na tarde do dia 3 de dezem­bro, durante a inauguração da exposição de fotografia, a preto e branco, de Fernando Manuel Oliveira Pinto.

“Este é um dia com muito significado e emoção, que ficará marcado na História de Ovar”, disse Salvador Malheiro, presidente da Câmara Municipal, em 8 de dezembro, na inauguração do monumento e memorial aos combatentes do Ultramar, idealizado pelo escultor João Antero, pai da apresentadora de televisão Bárbara Guimarães. O evento contou com a colaboração e a presença dos três ramos das Forças Armadas, seguindo-se uma Missa campal, celebrada pelo padre Benjamim de Sousa e Silva.

As capelas dos Passos de Ovar, consideradas desde 1946 Imóveis de Interesse Público, constituem um conjunto de sete capelas de estilo rococó que datam do século XVIII e que representam um registo arquitetónico e artístico único de Portugal.O percurso, que simboliza a Paixão de Cristo, começa na Igreja Matriz e passa por cinco capelas na zona histórica da cidade, terminando na capela do Calvário.

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