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Em Cabomonte – São Miguel de Souto, na Tasca Centenária da Marçalina, um grupo de amigos reuniam-se em convívio à volta das cartas, dos petiscos e das brincadeiras. Com o tempo trouxeram instrumentos, os cantares ao desafio e a vontade de formarem um grupo musical. Desta forma simples nasceu o conjunto “Os Amigos da Tasca Centenária”, composto por seis músicos e uma cantadeira que perpetuam a nossa memoria coletiva com as suas vozes e melodias tradicionais.

O equilíbrio entre a emoção e o intelectual define Bruno Monteiro enquanto um dos melhores violinistas portugueses da atualidade. Nasceu no Porto, vive em Santa Maria de Lamas, e falou com o Ondas da Serra sobre as experiências emocionais que cria sempre que toca violino. “Tocar para as pessoas é comunicar emoções e raciocínio. É tudo.” A trabalhar no 12.º álbum, o artista promete mais um trabalho fora do comum, “apaixonado e obscuro”.

Ricardo Vieira imortaliza os compositores e as suas criações a cada concerto. O pianista nasceu em Santa Maria da Feira há 33 anos e hoje conquista plateias em todo o mundo. Dezassete anos depois do primeiro concerto com orquestra, no Teatro São Luiz, em Lisboa, garante que nunca vai com “receio para cima do palco”.

Ondas da Serra esteve no dia de Reis, 6 de janeiro, no café Ideal, com muitas décadas e tradições em Ovar para escutar as troupes convidadas. A quarta a cantar foi a Trupe de Reis da Sociedade Musical Boa União.

A noite de Reis no Café Ideal terminou com a nona e última trupe da Tradição e Juventude. As pessoas que assistiram à passagem dos reiseiros, depois duma espera um pouco prolongada já pensavam que não iriam ouvir os jovens de Ovar, mas eles finalmente chegaram e a sua atuação valeu a espera.

A última troupe que cantou os Reis no café Ideal na noite de 6 de janeiro foi os jovens da Tradição e Juventude, mas dentro do espetáculo Luís Rola resolveu puxar pelos galões de cantor e a pleno pulmões cantou o hino do Benfica e o Sole Mio.

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